Passeando no jardim
Trajando estupim de antigas historias,
Chumaço de dias nublados, sempre nublados...
Lapsos de liberdade, pseudo lembranças...seria?
Podemos mesmo nomea-los, vida inventada?
Tardes carregadas, inconstância do vento,
Caneta vital escrevendo, fibra de vida...
Alma musical, em vezes parece destino,
Remédio muitas vezes pode ser uma boa musica nos ouvidos......exaustos.
Sensação de ser nada, ilusão de núcleo global,
Arte, sentir é realmente te-la,
Nada seria sem partir de dentro, contínuo
Alguns extremos de ir além do máximo.
Vida, trajeto nosso, pulso comum...
Certos, céticos, crédulos aliviam-se...
Sedentos, banham-se em qualquer água...
Aqui admiro o que resta, o som da orquestra diminuta...furtacor...aurora
Eduardo Lima Milholi
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