sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nem sei...

Acorde suave

Sentimento hospedeiro, arte fugindo da arte de expor...
Medo inexplicável, vôo claro demais,
Impotente desejo, superego presente,
Calado, preso, diante dos olhos o sonho pulsa...grita

Sinais sustentam-se,
Doses de pura confiança alheia,
Resistente à privatizar esse pedaço de alma,
Segue sendo rei quando quando bem quer...

Ressaca de inúmeros admiradores,
Peso de oportunidades passadas...não perdidas...
Ouvindo de si, nada se perde,
Refino, piloto, lapidando, modelando projeto...

Esquivante costumeiro,
Irritante, respeito devaneio...
Incessante voz, passeia entre os tons,
Sonora, cadente, acorde suave....


Eduardo Lima Milholi

Nenhum comentário:

Postar um comentário